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Cultura
SER SOLIDÁRIO CONSIGNAÇÃO IRS (0,5% ANO DE 2024)
Consignação de 0,5% do IRS referente ao ano de 2024 (entrega entre 01 de abril e 30 de junho de 2025).
Como ser solidário com a ASMIR com o seu imposto:
A ATENÇAO DOS PREZADOS SÓCIOS E AMIGOS
Lembremo-nos:
A ASMIR quanto mais sócios tiver será mais respeitada pelo Ministro da Defesa na defesa da Proteção da Saúde, Assistência na Doença e Ação Social Complementar.
Recordemos:
A ASMIR só vive do pagamento das quotas dos seus associados.
A quota anual, assim como as quotas anteriores por regularizar, se encontram-se a pagamento desde Janeiro.
Podem ser pagas através de Vale de Correio ou Cheque Á ORDEM DA ASMIR, para o endereço Rua Elias Garcia 47, 2330-151 Entroncamento
Em alternativa
Podem ser pagas na conta da ASMIR n.º 0282013079430 por TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA;
ou
DEPÓSITO em qualquer balcão da CGD com o IBAN (PT50 0035 0282 0001 3079 4302 3;
ou ainda
Podem ser pagas através do MULTIBANCO com o NIB 0035 0282 0001 30794302 3.
Desaconselhamos o pagamento presencial na Sede sendo razão fundamental a situação sanitária.
Caso opte por Depósito ou Multibanco agradecemos o envio de cópia do comprovativo de pagamento para a Sede da ASMIR, seja por via postal ou e-mail, para que possamos conhecer a identificação do sócio.
Consignção 0,5% IRS ASMIR [4.962 Kb]
EDIFÍCIOS DO EX-HOSPITAL MILITAR DE BELÉM
O acto terrorista, praticado no Japão em 1996 pelo grupo religioso Aum Shinry Kyo, com gás sarim, alertou para a possibilidade de, no futuro, os grupos terroristas religiosos disporem de armas químicas, biotoxinas ou mesmo armamento nuclear.
As lições aprendidas com as pandemias de 2001 e 2003 reforçou o alerta para a necessidade de Portugal, do povo português, passar a dispor de uma defesa organizada de primeira linha contra essas ameaças.
O EXÉRCITO PORTUGUÊS ORGANIZOU A DEFESA DE PORTUGAL, DO POVO PORTUGUÊS, contra ameaças biológicas ASSENTE NUMA TRÍADE:
1.º Elemento: manter o LABORATÓRIO MILITAR produzindo medicamentos que a indústria farmacêutica não produz e nomeadamente plasma o que não se concretizou por não ter sido renovado o equipamento obsoleto dos anos de 1960 que obrigava o Ministério da Defesa a investir, ainda investigando e desenvolvendo novos medicamentos contra doenças raras;
2.º Elemento; manter uma FORÇA OPERACIONAL para descontaminações de edifícios e áreas urbanas e apoio logístico ao SNS.
3.º Elemento: manter o HOSPITAL MILITAR DE DOENÇAS INFETO-CONTAGIOSAS DA AJUDA inaugurado em 1973 e contruído com o dinheiro dos militares que durante décadas descontaram mensalmente 0,43% do seu vencimento ou pensão, hospital dotado de pressão negativa em ordem a proteger os ativos mais preciosos: o pessoal hospitalar e auxiliar.
EM 2011 O PODER POLÍTICO, ENTÃO GOVERNO DO PARTIDO SOCIAL-DEMOCRATA, DECIDIU DESTRUIR O 1.º E O 3,º ELEMENTO DA TRÍADE embora se tenha limitado a encerrar o HOSPITAL MILITAR DE DOENÇAS INFETO-CONTAGIO SAS DA AJUDA.
EM 2019 O PODER POLÍTICO, AGORA GOVERNO DO PARTIDO SOCIALISTA, MANTÊM O MESMO PROPÓSITO DE DESTRUIR O 3,º ELEMENTO DA TRÍADE: HOSPITAL MILITAR DE DOENÇAS
Vamos abrir o anexo e conhecer o HOSPITAL MILITAR DE DOENÇAS INFETO-CONTAGIOSAS DA AJUDA DE DOENÇAS INFETO-CONTAGIOSAS DA AJUDA.INFETO-CONTAGIOSAS também conhecido por HOSPITAL MILITAR DE BELÉM ou da AJUDA.
HOSPITAL MILITAR DE DOENÇAS INFETO-CONTAGIOSAS DA [1.140 Kb]
O HMB NA LUTA CONTRA O COVID-19
No dia 23 de março, anteontem, o Primeiro-ministro de Portugal, Dr. António Costa, afirmou durante entrevista televisionada a que assistimos na TYI 24, canal 4, que uma das medidas no combate à PANDEMIA do COVID-19 consiste na reativação do Hospital Militar sito na Ajuda.
Saudamos vivamente a decisão do senhor Primeiro-Ministro!
BEM-HAJA senhor Dr. António Costa!
Este hospital que passou por várias designações como Hospital Militar de Doenças Infeto-Contagiosas ou Hospital Militar de Belém.
Este hospital tem duas áreas distintas
- a área conventual progressivamente adaptada, primeiro a Aquartelamento militar, de 1834 a 1890 e depois a Hospital, internando doentes ao longo de mais de metade do século XX, sendo ultimamente sobretudo dedicada ao ambulatório,
- Já a área hospitalar, edifício inaugurado em 1972 com 7 (sete) pisos, foi construída para internar nas melhores condições até 250 doentes, cumprindo as melhores regras dos cuidados da assepsia, com uma separação total de zonas limpas das sujas e ainda uma estrutura de solário nos 2 últimos pisos, própria dos sanatórios anti tuberculose e a partir de 1990 com 3 pisos com pressão negativa.
Este hospital foi cedido em 2015 pelo então ministro da Defesa, cedência que mereceu alguma contestação tendo sido a cedência revogada em 2018.